Una de Ciencia Ficción.

Hoje toca uma história (má) de cienca ficção. Aí vai:

Num planeta distante existiu uma raça de seres tremendamente bons chamados ehr… mh… “Perones”. Lamentavelmente, além de tremendamente bons, os “Perones” eram tremendamente estúpidos. E, para cúmulo de males, tinham dores em todo o corpo, pelo que passavam quase todo o dia queixando-se da chuva e insistindo que “com os militares estavam melhor”.

Sim, as coisas não andavam demasiado bem para os “Perones”.

Foi então que um “Perón” notavelmente inteligente (só olhava HBO) descobriu a cura para todas suas dores: Quebrar-se o pescoço. Pode soar incrível, mas assim foi. Só precisavam uma pequena quebrada de pescoço (como Deus manda) para fazer desaparecer qualquer rasto de dor. E então foram felizes.

O que seguiu foi uma revolução de pensamento. Fizeram uma lei que obrigava a HBO a ser gratuito e a estar em todos os canais. Também, decidiram que eram tão felizes que já não iam precisar mais soldados e do que, no futuro, só iam usá-los para fazer películas de Rambo e Indiana Jones.

Desgraçadamente, isso de ser felizes era super lindo… mas os aborreceu em seguida. Que fizeram então? Muito simples, foram-se em suas naves espaciais a outros planetas para mostrar-lhe a outras raças menos afortunadas o segredo da felicidade.

Chegaram à Terra uma manhã como qualquer. O primeiro com que se encontraram foi um granjeiro assustado que teve a pior idéia de sua vida: Gritar em pânico. Claro que ele não sabia que os “Perones” (criaturas telepáticas) só usam a boca quando têm uma dor terrível. Quanto mais forte seja o som que emitem, mais intenso é o sofrimento. Quando viram ao granjeiro gritando sofreram uma imensa compaixão por aquela pequena criatura. “Quanto dor” pensaram. Com soma delicadadeza, quebraram-lhe o pescoço, e o granjeiro foi “feliz”. Ou ao menos essa foi a interpretação dos “Perones” quem, contentes com sua primeira obra, não demoraram em fazer feliz ao resto do planeta.

Pouco depois se foram. Lamentavelmente, algumas semanas depois ficaram sem moedas para a nave espacial, perderam o controle e chocaram contra ehr.. mmh… algo espacial (com botões coloridos e lasers, muitos lasers).

Quanto à Terra, nunca esteve tão repleta de gente “feliz” (ou “cadáveres em estado de descomposição”, como preferem chamá-los ali).

E, depois de anos de perversa espera e malvados planos, finalmente:

OS MUDOS CONQUISTARAM O MUNDO.

Pancho.

x

Aquele dia, o ventilador de teto girava, bonito. Na segunda-feira anterior, ele simplesmente havia decidido pelo silêncio - para só voltar com seu ofício na segunda seguinte, cheio de marra. Por isso, a semana que antecedeu o fatídico dia foi de desagradável calor na salinha que abriga a  seção de auto-ajuda da livraria. Naquele dia, porém, o objeto ventilante irradiava  um friozinho capaz de acalentar os espíritos mais combalidos. Este era, sem dúvida alguma, um fator preponderante para a lotação daquela área que eu fora incumbido de tomar conta.

- Por favor, vocês têm aí o livro “x”?, dirigiu-se a mim uma senhora.

- Não sei dizer - retruquei.

- Não sabe… Você não trabalha aqui?

- Mais ou menos.  Fui colocado aqui para dizer que não sei.

- Ahn?

-  É.  A antiga funcionária se demitiu de uma hora pra outra, teve que fazer um tratamento sério. Assim, o proprietário deste estabelecimento - meu tio - me colocou aqui para comunicar da confusão. Ou seja, minha função aqui é dizer, “minha senhora, ninguém pode te ajudar neste momento”.

Obviamente, a pobre mulher ficou sem entender a atitude anti-comercial do vendedor, mas o senhor do terno verde (não consigo lembrar o nome daquele funcionário) me salvou de novo:

- Ei, filho, deixa que eu atendo ela, vai comprar o açúcar que eu te pedi - ele era viciado em açúcar.

Nunca gostei de dizer educadamente às pessoas que elas estão perdidas. Aliás, fazia algum tempo já que eu não me interessava por livros, quanto mais os de auto-ajuda. A minha maior diversão naquela época era jogar “paciência” no computador. Iria comprar o açúcar do homem, me ajudaria a distrair um pouco e eu sairia daquele frio deprimente. Mas nem consegui chegar à porta da loja. Passando pela seção de esoterismo, fui abduzido por um livro do Paulo Coelho.

                                                                                              Lucas Schuina

Calendário do mês de Julho.

Julho é o sétimo mês do ano, tem 31 dias e um monte de datas comemorativas legais. É também o mês das férias de julho, um bom momento para relaxar e criar coisas como essa.

Calendário do do mês de julho:

  • 2 de julho - dia do Protético
  • 9 de julho - Dia Internacional Latino-Americano de iniciar Revoluções que dêem nomes de Avenidas chamadas de 9 de julho.
  • 10 de julho - dia da Pizza
  • 13 de julho - dia dos Cantores Sertanejos e dia Mundial do Rock (o.0)
  • 22 de julho - dia da Santa Maria Madalena, padroeira das prostitutas
  • 26 de julho - dia da Vovó

Sem duvida é um mês muito divertido. E para começar o agito, eu sugiro que você desligue o computador e vá compra um presente para o profissional que fez as próteses dentárias da sua querida vovozinha, pois amanhã é o dia dele.

Solo le pido a Dios…

8 definições sobre a guerra.

A guerra é:

  • O que resulta entre a união de uns poucos cobiçosos e demasiados ignorantes.
  • Uma curiosa exceção dos Mandamentos.
  • Dois irmãos que se brigam, mas sem metáfora.
  • Um bom negócio.
  • Perdoada por Deus. Não assim as camisinhas.
  • Um conto com um desenvolvimento muito longo, cuja conclusão é incerta e a sua introdução… ninguém se a lembra.
  • Uma forma sofisticada de discutir “quem tem o pinto mais longo”.
  • Uma merda.

Pancho.

 

El Rincón de la Nostalgia!

Tenho um muito mau pressentimento sobre isto…

Gokú??!!

 

E, para o RINCÃO DA NOSTALGIA: Quem se lembra de Rupert, o peixe artista?

Também, as pernas mais belas de Hollywood estão dançando no Ceeeeeeeeeeu.

Ho Ho Ho!!!

Farto de tanta hipocresía, Papai Noel reuniu a todos os meninos do mundo para confessar-lhes a cruel verdade: Os papais não existem.

Pancho.

 

Crítico de la Vida.

Extrato do discurso do Bacharel Lorenzo Lutuano (crítico de Vida) na reunião anual de Críticos realizada na Universidade de Michigan titulado “Crítica à Vida”:

[...Porque, sejamos francos, a forma em que a Vida está contada é, por não encontrar uma palavra mais fina, uma terrível merda. Por exemplo: o cliché. Nossas vidas abusam deste recurso. Ou seja, um pouco de cliché está bem, mas, o tempo todo? Isso é muito aborrecedor! Porque, ainda que vocês não o saibam, há gente que nos olha e não lhes agrada o Cliché... Há que o sacar. Eu começaria propondo uma lei que proíba as conversas a respeito do clima. Imaginem ver uma película na que os personagens passam duas horas falando da chuva... Bueno, deixem-me dizer-lhes algo: ISSO é sua vida! ISSO, e algumas doses de soft-porn no meio. Que classe de arte é aquele? Aqueles que nos olham o tempo todo devem estar terrivelmente aborrecedores! Que lhe passa à vida? Onde estão as explosões? Onde os diálogos geniais? Onde as brigas em câmara lenta com óculos de sol?!? BASTA! Eu não vou ficar sentado fazendo nada! Ao invés, vou fazer-lhe um desemprego de tratores a Deus até que se digne a ouvir-me!!

Deus, minhas exigências são as seguintes: Mudanças radicais na trama de nossas vidas. Não sei, quero levantar-me à manhã, ter um café da manhã com bacon, explosão, correr fora de minha casa com um arma e uma bincha tipo Rambo, matar alguns terroristas, beijo apaixonado com uma loira, cenas de sexo (mas algo cuidadas; com flashbacks e música romântica) e títulos. E outra explosão, pelas dúvidas.

Sinceramente, eu não entendo como a gente que nos olha o tempo todo com suas câmaras ainda não se enojou. Estão em todas partes... Vêem-nos inclusive quando vamos ao banho. Puseram microfones em nossos traseiros quando éramos bebês... Oh Deus meu, vêem-nos o tempo todo e seguem aborrecendo-se... vão-nos a seqüestrar a todos.... A TODOS!!!! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHH!!!! NÃO!! NÃO ME LEVEM!! AHHHH!!! AAAAAARRGHH!!! SOLTEM-ME!!! NÃO TÊM DIREITOOOO!!!! AAAAAAAAAAAHH!!!!...]

O bacharel Lorenzo Lituano (crítico de Vida) foi levado posteriormente a um centro mental. Agora é feliz graças os bons tratos que recebe por parte dos médicos.

E aos antideprésivos que lhe dão cada meia hora.

Pancho.

13 de Junho!

Vamos comemorar gente! Hoje é 13 de Junho, Dia do Turista!turista

Pra quem não sabe. Ontem (12 de Junho) foi o Dia dos Namorados, pra quem curte (ou pode) deve ter sido legal. A cidade ficou abarrotada de eventos: show nos shoppings, festa no Bistro, no JTC, Beira Rio lotada - não vai faltar assunto para as revistas que cobrem os eventos cachoeirenses.

Mas chega de falar do passado. Vamos falar dessa figura, tão comum em terras brasileiras, o turista.

Bem, o que é o turista? A wikipédia nos informa o seguinte: “Turista é um visitante que desloca-se voluntariamente por período de tempo igual ou superior a vinte e quatro horas para local diferente da sua residência e do seu trabalho sem, este ter por motivação, a obtenção de lucro.”

Viram? Não é tão difícil ser um turista. Portanto, todos podem comemorar esse belíssimo dia - diferentemente de outras datas - basta fazer um passeio naquele bairro que você nunca foi na sua cidade e passar o dia lá.

Não deu pra animar ainda?! Ai vão algumas dicas:

1- Visite aquela tia que você num vê faz um tempão, passando o dia na casa dela você se torna um turista e pode comemorar alguma coisa essa semana. (nada animador)

2- Experimente o “turismo alcoólico”. Pegue um ônibus aleatório, pare em um bar desconhecido, beba muito e volte pra casa no outro dia.

3- “Turismo virtual”. Já que você preferiu ficar no computador no dia dos namorados, mais um dia num vai ser problema. Baixe o google earth e conheça os lugares mais bacanas que você sempre desejou, mas nunca vai ter dinheiro pra ir.

4- Leia um livro. Dizem que dá pra viajar com eles.

5- Vá à merda.

6- Use drogas.

7- Arrume uma namorada.

8- Espere até o dia 24 de Junho para comemorar o dia Mundial dos Discos Voadores.

Ronalson.

Momento cultural: Toc-Toc!!! Quién es? Soy yo! Pasá!!!

Existe um poema de Jorge Luis Borges chamado “El remordimiento” que começa assim:

Cometi o pior dos pecados

do que um homem pode cometer. Não fui

feliz.

Baseando-me em experiências pessoais, eu iria um pouco mais longe, dizendo:

Cometi o pior dos pecados

do que um homem pode cometer.

Disse-lhe “gorda” a uma mulher. Não fui

 feliz.

 

Não vou dar mais explicações.

Pancho.

Filosofía a 2×1 con 99% de descuento!!

Nos rimos do gato que teme a seu próprio reflexo no espelho.

Claro que ignoramos que, em realidade, nós somos o reflexo do gato.

O único que realmente existe é aquele gato que nos contempla temeroso, ao outro lado do espelho.

Pancho.

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