acabei de matar um inseto no meu quarto.
ele era diferente dos insetos normais, era até muito bonito. acabou voando e apareceu perto do meu abajur, o que me deu medo. sei lá, nesses momentos eu imagino as doenças que eles podem trazer. aí fui e peguei o spray. apertei. bang, bang! mas no mesmo momento em que realizei esse ato, senti pena do bicho. ele se revirava, revirada. não era agradável.
durante aqueles segundos eu me senti mal, bem mal, em uma situação quase kafkaniana- uma mistura de asco e arrependimento. foi então que peguei um jornal na sala e resolvi não mais ver aquela cena. respirei fundo- mas tapando o nariz com a camisa porque não queria respirar o spray que ainda era presente no quarto- e pus fim ao inseto de maneira brutal. catapum!
sei que não é algo que eu faça com freqüência, mas não pude ver o contorcer daquele ser. tive de agir, entretanto, se eu tivesse simplesmente expulsado ele com o jornal antes, tudo seria mais fácil- pra mim e pra ele. o que me faltou foi coragem. tive medo de haver um movimento abrupto, um erro de minha parte que o fizesse mexer de uma maneira não desejada. bem, agora não adianta mais pensar nisso, já era. catapum pra ele e pra esse texto.



Endlich hast du etwas geschrieben, mein kleiner Arschloch! Dein Post war super! Es macht mich eirinnen an Berlin, wenn wir in den Eisman Memorial gespielen haben und dann diesen hässtliche Frau gekommen ist!!! Aber tja, echt, sehr gut. Ich hoffe, dass du ofter schreibst!!
Concordo com o Pancho… você é gay.
JIAjiajAIjai