Arquivo para Junho, 2008

Solo le pido a Dios…

8 definições sobre a guerra.

A guerra é:

  • O que resulta entre a união de uns poucos cobiçosos e demasiados ignorantes.
  • Uma curiosa exceção dos Mandamentos.
  • Dois irmãos que se brigam, mas sem metáfora.
  • Um bom negócio.
  • Perdoada por Deus. Não assim as camisinhas.
  • Um conto com um desenvolvimento muito longo, cuja conclusão é incerta e a sua introdução… ninguém se a lembra.
  • Uma forma sofisticada de discutir “quem tem o pinto mais longo”.
  • Uma merda.

Pancho.

 

El Rincón de la Nostalgia!

Tenho um muito mau pressentimento sobre isto…

Gokú??!!

 

E, para o RINCÃO DA NOSTALGIA: Quem se lembra de Rupert, o peixe artista?

Também, as pernas mais belas de Hollywood estão dançando no Ceeeeeeeeeeu.

Ho Ho Ho!!!

Farto de tanta hipocresía, Papai Noel reuniu a todos os meninos do mundo para confessar-lhes a cruel verdade: Os papais não existem.

Pancho.

 

Crítico de la Vida.

Extrato do discurso do Bacharel Lorenzo Lutuano (crítico de Vida) na reunião anual de Críticos realizada na Universidade de Michigan titulado “Crítica à Vida”:

[...Porque, sejamos francos, a forma em que a Vida está contada é, por não encontrar uma palavra mais fina, uma terrível merda. Por exemplo: o cliché. Nossas vidas abusam deste recurso. Ou seja, um pouco de cliché está bem, mas, o tempo todo? Isso é muito aborrecedor! Porque, ainda que vocês não o saibam, há gente que nos olha e não lhes agrada o Cliché... Há que o sacar. Eu começaria propondo uma lei que proíba as conversas a respeito do clima. Imaginem ver uma película na que os personagens passam duas horas falando da chuva... Bueno, deixem-me dizer-lhes algo: ISSO é sua vida! ISSO, e algumas doses de soft-porn no meio. Que classe de arte é aquele? Aqueles que nos olham o tempo todo devem estar terrivelmente aborrecedores! Que lhe passa à vida? Onde estão as explosões? Onde os diálogos geniais? Onde as brigas em câmara lenta com óculos de sol?!? BASTA! Eu não vou ficar sentado fazendo nada! Ao invés, vou fazer-lhe um desemprego de tratores a Deus até que se digne a ouvir-me!!

Deus, minhas exigências são as seguintes: Mudanças radicais na trama de nossas vidas. Não sei, quero levantar-me à manhã, ter um café da manhã com bacon, explosão, correr fora de minha casa com um arma e uma bincha tipo Rambo, matar alguns terroristas, beijo apaixonado com uma loira, cenas de sexo (mas algo cuidadas; com flashbacks e música romântica) e títulos. E outra explosão, pelas dúvidas.

Sinceramente, eu não entendo como a gente que nos olha o tempo todo com suas câmaras ainda não se enojou. Estão em todas partes... Vêem-nos inclusive quando vamos ao banho. Puseram microfones em nossos traseiros quando éramos bebês... Oh Deus meu, vêem-nos o tempo todo e seguem aborrecendo-se... vão-nos a seqüestrar a todos.... A TODOS!!!! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHH!!!! NÃO!! NÃO ME LEVEM!! AHHHH!!! AAAAAARRGHH!!! SOLTEM-ME!!! NÃO TÊM DIREITOOOO!!!! AAAAAAAAAAAHH!!!!...]

O bacharel Lorenzo Lituano (crítico de Vida) foi levado posteriormente a um centro mental. Agora é feliz graças os bons tratos que recebe por parte dos médicos.

E aos antideprésivos que lhe dão cada meia hora.

Pancho.

13 de Junho!

Vamos comemorar gente! Hoje é 13 de Junho, Dia do Turista!turista

Pra quem não sabe. Ontem (12 de Junho) foi o Dia dos Namorados, pra quem curte (ou pode) deve ter sido legal. A cidade ficou abarrotada de eventos: show nos shoppings, festa no Bistro, no JTC, Beira Rio lotada – não vai faltar assunto para as revistas que cobrem os eventos cachoeirenses.

Mas chega de falar do passado. Vamos falar dessa figura, tão comum em terras brasileiras, o turista.

Bem, o que é o turista? A wikipédia nos informa o seguinte: “Turista é um visitante que desloca-se voluntariamente por período de tempo igual ou superior a vinte e quatro horas para local diferente da sua residência e do seu trabalho sem, este ter por motivação, a obtenção de lucro.”

Viram? Não é tão difícil ser um turista. Portanto, todos podem comemorar esse belíssimo dia – diferentemente de outras datas – basta fazer um passeio naquele bairro que você nunca foi na sua cidade e passar o dia lá.

Não deu pra animar ainda?! Ai vão algumas dicas:

1- Visite aquela tia que você num vê faz um tempão, passando o dia na casa dela você se torna um turista e pode comemorar alguma coisa essa semana. (nada animador)

2- Experimente o “turismo alcoólico”. Pegue um ônibus aleatório, pare em um bar desconhecido, beba muito e volte pra casa no outro dia.

3- “Turismo virtual”. Já que você preferiu ficar no computador no dia dos namorados, mais um dia num vai ser problema. Baixe o google earth e conheça os lugares mais bacanas que você sempre desejou, mas nunca vai ter dinheiro pra ir.

4- Leia um livro. Dizem que dá pra viajar com eles.

5- Vá à merda.

6- Use drogas.

7- Arrume uma namorada.

8- Espere até o dia 24 de Junho para comemorar o dia Mundial dos Discos Voadores.

Ronalson.

Momento cultural: Toc-Toc!!! Quién es? Soy yo! Pasá!!!

Existe um poema de Jorge Luis Borges chamado “El remordimiento” que começa assim:

Cometi o pior dos pecados

do que um homem pode cometer. Não fui

feliz.

Baseando-me em experiências pessoais, eu iria um pouco mais longe, dizendo:

Cometi o pior dos pecados

do que um homem pode cometer.

Disse-lhe “gorda” a uma mulher. Não fui

 feliz.

 

Não vou dar mais explicações.

Pancho.

Filosofía a 2×1 con 99% de descuento!!

Nos rimos do gato que teme a seu próprio reflexo no espelho.

Claro que ignoramos que, em realidade, nós somos o reflexo do gato.

O único que realmente existe é aquele gato que nos contempla temeroso, ao outro lado do espelho.

Pancho.

1968 motivos para ter (ou não) orgulho de Cachoeiro.

1- Itabira

2- Rio Itapemirim

3- Roberto Carlos

Para uma boa parte dos cachoeirenses, ausentes ou não, este é o início do TOP 10 Cachoeiro. Não querendo desmerecer as obras da Mãe Natureza e o Marketing musical, mas eu não concordo.

A segunda Bienal Rubem Braga começou. Não nesta quinta e sim há um bom tempo. Eu tive a sorte de poder acompanhar a preparação deste evento e descobri muita coisa legal na Capital da Crônica (ou para facilitar: a terra do Rei).

A banda Vitrola de 3 que me espantou pela genialidade em plena Praça da Poesia, uma juventude culturalmente ativa muito promissora, crônicas geniais de Rubem Braga, lugares divertidos, boa música e filmes fantástico são alguns desses frutos, que espantosamente emergiram de uma cidade que eu taxava apenas como: quente, sem graça e com uma movimentação cultural guardada nas prateleiras do porão da casa dos Braga.

Eu classificaria o evento como algo paradoxal, por conta das disparidades de sensações que venho sentido. É muito (muito) f… ver algo assim acontecer em Cachoeiro, melhor ainda, é esse banho de cultura proporcionar coisas incríveis como: uma conversa totalmente descontraída – quase uma conversa de bar com os amigos – com o jornalista e escritor Zuenir Ventura, um debate sobre cotas no banco da praça, ler um pouco de tudo, aprender sobre cinema, música e pessoas.

Mas “nem tudo é o que parece ser”, do outro lado da moeda, eu vejo que esses ganhos, que a bienal está proporcionando, serão assimilados por uma minoria ignorada em outros ambientes. Parece radical, mas não é. Eu que acompanhei a evolução do evento, vejo que a galera que está aproveitando mesmo é quem esteve nele desde o começo. E as pessoas que realmente deveriam estar sendo bombardeadas por coisas boas, continuam no seu mundinho “pagodoresco”.

Minhas esperanças não estão totalmente abaladas, por saber que haverá pessoas que lutaram para que esse trabalho continue e se expanda. Mas eu preciso entender o que falta para que o cachoeirense – olhando mais para o lado da juventude – comece a pensar e optar por coisas mais construtivas. Lotar a palestra/show do Gabriel Pensador é legal, mas não são apenas os “globais” que têm cultura para oferecer. O que eu quero dizer é que vale à pena trocar de ambiente, nem que seja pra descobrir que você não foi feito para o saber.

Ronalson.

COTO

Um dos cartazes mais deliciosamente perversos que ví em minha vida. Dão-me vontades de gritar-lhe à vaca: “Não, estúpida! Afasta-te de ele! Não é quem diz ser!! É UMA ARMADILHAAAAA!!!”.

Pancho.

Oh no! Arenas Movedizas!!

Ontem tive o gosto de ver “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal” e esteve excelente e se a alguém não lhe agradou (ou é um bebê de peito que prefere ver “Back to the Future”) que vinga e me o diga assim o coloco imediatamente em minha extensíssima lista negra de inimigos mortais a morte e depois quando lhe chegue seu turno lhe praticarei efetivas técnicas de empalamento (mas como as de antes, não como as de agora que estão todo o dia drogando-se e chegam tarde ao trabalho), até que confesse que  Spielberg, John Williams e Harrison Ford são o melhor e tudo isso.

Ademais, queria celebrar o regresso triunfal de “As Areias Movediças”. Faz bastante tempo que não se as via a estas garotas loucas:

Ah, também felicito ao “Wilhelm Scream” por sua curta aparição. Igual esse consegue trabalho até nas publicidades de yogurt.

Ademais, agora sei que se vou às selvas de Peru posso encontrar-me com: Soviéticos, caminhos duplos intermináveis, templos aztecas perdidos, índios que se parecem aos de “Piratas do Caribe”, Formigas gigantes, Areias Movediças, Wilhelm Screams, lianas para voar como Tarzán, Obeliscos intergalácticos, Cataratas ligeiramente parecidas às de Iguazú, E.Ts e filhos não reconhecidos.

Pancho.

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